O Lin senta no banco e observa. Sempre tem movimento. Criança brincando, casal de mãos dadas, e alguém dizendo que “a cidade não é mais a mesma”.

Mas o que é, né?

A praça de Pompeia é tipo rede social sem Wi-Fi: todo mundo vê tudo, fala de tudo, e finge que não viu.

Mas se alguém cair da bicicleta, aí vira atração. E é assim que a gente vive. Com calma, com riso e com uma leve desconfiança do próximo rolo armado.

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